GERAÇÃO Y E AS ELEIÇÕES
Eleitores "calouros" estão de olho nos candidatos na rede
Este blog nasce com objetivo de publicizar informações e comentários sobre arte, poesia e linguagens midiáticas relevantes na compreensão da vida na sociedade contemporânea.
Eleitores "calouros" estão de olho nos candidatos na rede
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poetadasolidão
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6/18/2010 11:00:00 AM
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Que as minhas loucas palavras
Revelem ao infinito o prazer
De existir entre as sanidades medíocres
Daqueles que louco me considerem.
As minhas falas são partes
Que se desprendem de mim
Como se vidas próprias tivessem.
Nesse conflito revela-se um existir
No mundo das palavras que
Nem mesmo eu sei possuir
Simplesmente as palavras estão
E vivem em mim dizendo para
Onde tudo pode ir; a loucura
É o meu jeito de existir.
15 de junho de 2010
Robério Pereira Barreto
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6/15/2010 10:38:00 PM
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Aquele beijo proibido está travado
Entre os lábios que sedentos
Clamam pelo sabor açucarado
Presente em tão nacarada boca.
Hoje, arrepende-se por tão racional
Ter sido diante do objeto proibido
A desejar-lhe ser possuído.
O desejo ainda toma-lhe o corpo
Com o calor da loucura do querer,
Mas a razão friamente disse não!
Entre o querer irracional em sentir
Seu doce sabor em proibido beijo
Se enternecer de remorso por
Não se permitir a realizar tal desejo.
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6/13/2010 09:57:00 AM
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poetadasolidão
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6/12/2010 11:52:00 AM
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O germe que devorará meu corpo
Um dia foi alguém dominado
Pela ambição tornou-se verme
E, escorrendo para baixo da derme
Da terra manduca-se de cada um
Que vilmente enterrado.
Ambicioso hoje, verme amanhã
Cuja voracidade torna-se afã
E cada vez mais alimenta-se
De coisas pequenas e vãs.
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poetadasolidão
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6/09/2010 03:46:00 PM
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Em seu olhar hostil
havia um grão maior, o Bril
Na sua face austera
existia a sabedoria de eras
em que somente o pó da terra
podia afirma seu poder de fera
Indomável em suas querelas
mas meiga em seus afagos
em manhãs de primavera
O perfume das flores
suaviza o clamor das feras
que habitam cada nosso interior
quando no peito pulsa a vida
e o desejo se faz amor.
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poetadasolidão
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6/07/2010 05:45:00 PM
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Sabedoria é ter paciência para compreender que somos inteligentes à medida que respeitamos as inteligências e humanidades alheias.
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6/03/2010 07:43:00 PM
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5/18/2010 11:36:00 PM
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O amanhã será o quê?
Para mim tudo ou nada.
Já para você ainda sei.
Sei que o amanhã pode não existir
Então resta apenas viver agora
E as tentações que a vida
Oferecem-nos há enfrentar.
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5/16/2010 03:49:00 PM
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5/16/2010 12:01:00 PM
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5/16/2010 09:49:00 AM
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5/14/2010 11:18:00 PM
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Quando a noite vai embora novo amanhecer anuncia a vida em suas loucuras... Viver cada manhã é estar pronto para o aborrecimento e o amor.
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5/14/2010 08:07:00 PM
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O mais imperfeito que pode existir no ser humano, é ser humano!
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poetadasolidão
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5/06/2010 08:55:00 PM
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Se já é manhã e a solidão
Congela a alma
Como frio vento que,
Soprando da cordilheira
Judia da planície...
Chorar não é possível,
Frieza da solidão
É tão irresistível que
A dor do coração,
Sucumbe a caminho do chão,
A lágrima congela.
Para quê existe a razão?
Ficar com ela é se perder
Na dor e na solidão
Em meio à felicidade
Que a insanidade poderia ter.
06 de maio de 2010.
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poetadasolidão
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5/06/2010 08:11:00 AM
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Os dias quentes de outono causam-lhe fadigas imensas e corpo pede clemência tamanho desejo... vagando pelas ruas entre multidões sente na alma clamor efervescente diante de corpos esculturais que ao calor do sol despem-se a cada olhar.
Em sua vagabundância os pensamentos voam e sem limites imagina: Quão lindas és tu, oh desfilas... Ufá! São devaneios de uma vagabundante?!
Tomba o dia e a noite prostrando-se mansamente traz consigo a brisa que, envolvendo o corpo em manto de frescor... deixa o coração em latência maior. Daí querendo alguém para traçar energias corporais debruça e sufoca-se em prantos.
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poetadasolidão
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4/30/2010 05:34:00 PM
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Este ensaio pretende anunciar a nova discussão que se inicia sobre as escola que, caracteristicamente está no basilada nos principios de analógico, enquanto a ação de produzir, socializar e aprender dos estudantes esta além, isto é, os estudantes atuam na perspectiva digital oferecida pelo ciberespaço.
Para todos os lados que se olhar, depara-se com mensagens midiáticas que revelam uma sociedade da escrita e, como tal, constitui-se num ecossistema de informação ao qual todos são submetidos.
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4/29/2010 08:35:00 AM
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Ao teu olhar me derreto
e aos seus jugos submento
e nego as vontades...
Solitário,vivo as contradições
que me tomam o peito
sem piedade e...
Na querência de você
Nem vejo quanto
doi o meu padecer...
Daí, simplesmente entrego
As ocorrências da vida
em solidão comum; desejo a ti.
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4/28/2010 01:18:00 PM
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4/22/2010 03:38:00 PM
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4/19/2010 10:17:00 PM
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poetadasolidão
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4/16/2010 04:17:00 PM
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A Saudade é abstrata?
Deveria ser,
Mas quando invade a alma
Parece tão real
Que faz o coração sofrer
A Saudade dói tanto
Que parece ser letal
E não há coração que
Segure tão grande mal
Sem sangrar o coração
A Saudade é real
E não que fuja dela
Porque não importa
Do que se sente falta,
Simplesmente a Saudade dói
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4/11/2010 08:38:00 PM
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Se me vir caminhar a esmo
Tome meu braço,
E no seu abraço me guie.
Se me vir a ficar bobo,
Dizendo que te quero
Tome minha boca
E no seu beijo me sufoque.
Se por isso me vir a ficar louco
Tome para si um pouco
E me ame como se tivesse
Num mundo novo.
Se eu não resistir e vir a morrer
Tome em suas mãos o meu corpo
E me mate de ti
Para viver o que vier de novo.
06 de março de 2010, 13h50
Robério Pereira Barreto
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poetadasolidão
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4/06/2010 01:55:00 PM
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No silêncio de minha dor
Sinto o peito queimando
Em demasiado fervor.
Assim posso viver esse clamor:
Quero poder ter você e seu riso
Na minha presença como o calor
Da chama que silenciosamente
Queima e me doi o peito.
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4/05/2010 08:57:00 PM
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poetadasolidão
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4/05/2010 12:02:00 AM
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Descobrir a si mesmo
é desnudar-se diante
de sua própria plateia crítica
que, por dever moral,
deve ser muitíssima severa.
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3/29/2010 02:47:00 PM
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DISTANTE MEIA LUA
O sol em sono esplêndido
E acordo pensando em você
Que a meia lua distante
Aumenta meu querer.
Agitado sonho te perder
Mas a meia lua distante
Não sei como proceder.
A meia lua distante
Sempre estou sem você
Essa distancia insana
Nos separa para valer.
28/03/2010 3h27min
Robério
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poetadasolidão
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3/28/2010 03:31:00 AM
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A melhor coisa de ser humano é vivênciar
as nossas próprias mediocridades
sem mutilarmos a nossa alma.
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3/27/2010 09:20:00 PM
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Amanheceu e sol foi sacrificado O dia está embrulhado em cinzento E gélido manto... Em igual mantilha também o foi Envolta a alegria que, fugindo aos poucos Daqui fez a alma perder a luz... Mas, longe daqui há um sorriso, Voz, corpo, e boca que animam E fazem crer que a chama da vida Deve reascender num simples riso, Que tira descobre e liberta o dia e a alma Do coberto insolete da cinzas do tempo. 27 de março de 2010, 12h35min.
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poetadasolidão
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3/27/2010 12:36:00 PM
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poetadasolidão
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3/26/2010 09:57:00 AM
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Não acredite nos homens nem em suas promessas;
ambas são apenas vãs e voluvéis filosofias.
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poetadasolidão
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3/26/2010 09:33:00 AM
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DESPERTAR... Estava eu moribundo a ver tudo cinza Eis, pois que na minha frente surges A imagem inspiradora para o pecar, Então, não me contive e pequei; Simplesmente te quis. Esse querer é só meu E não divido com ninguém A não ser com você a noite Que, pedido silentemente Diz deleta-me imediatamente... Impossível, não tem mais jeito Esta gravada como a tatuagem Feita no medo e dor cravada no peito.
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poetadasolidão
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3/24/2010 12:42:00 AM
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A vida a quem dedico esta solidão
Tem corpo e boca belos
E cada vez que a ela me dedico
Sinto no peito um grande flagelo;
Desejo e todo instante...
Aquela a quem me dedico
Não está no altar nem é santa,
Mas cultuo e a carrego no meu
Corpo, mente e coração onde
Estão luxurias e alegrias...
22 de março de 2009. 20h20min.
Robério
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poetadasolidão
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3/22/2010 09:01:00 PM
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poetadasolidão
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3/22/2010 07:31:00 PM
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À mão que escorre entre os dedos a tinta
que desenha mesmo que desfigurando a imagem
é a mesma que lhe acaricia a face desenjando-te
a amor: sou pura e louca luxuria
a desenha na mente seu corpo e bocas
belamente desenhados pelo meu desejo.
Robério
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poetadasolidão
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3/21/2010 12:31:00 PM
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Envolvida no labor rotineiro de sua casa, no qual o corpo suado demonstra o quanto era sentenciado, por ter pensamentos que, em liberdade inconteste, viajava a desejar mundos ainda não vividos.
Ouve-se o barulho da campanhia. Blim blom, blim blom...
Espantada pergunta a si mesma:
- Quem será? O que houve?
- Espera um pouco!
Olha-se no espelho e arruma os cabelos falando consigo mesma: a essa hora não deve ser ninguém importante, será mais um vendedor porta a porta ou...
Pasma-se ao olhar pelo olho mágico e ver do outro lado.
- E agora, o que faço...
- não vou abrir... deixa tocar vai desistir.
Por um minuto mil coisas lhes vêm a cabeça.
- Essa é minha oportunidade de tê-lo na minha casa...
- Como vai reagir ao me ver assim, toda descabelada, suada...
Blim blom, blim blom, blim, blom
Num misto de euforia e surpresa abre o portão.
- Nossa, você?! Entra.
O silêncio dos amantes toma conta do ambiente. Ambos se admiram e numa lance de frenesi bocas e corpos se encontram em êxtase e...
Os desejos que até então confinados em suas mentes permaneciam, são liberados com a euforia de prisioneiros que recebem indulto para a liberdade.
Sem receio fazem-se amantes por intensos instantes.
Saciados, olharam-se displicentemente e se despendiram num silêncio que dizia: Aguarde! Que sabe um dia outra vez...
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poetadasolidão
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3/19/2010 12:58:00 PM
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poetadasolidão
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3/17/2010 03:00:00 PM
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A paixão é inimiga da alma
E carrasca do coração,
a ponto de dissolvê-lo
e esparramá-lo pela face
através dos olhos.
12/03/2010
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poetadasolidão
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3/12/2010 11:28:00 PM
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Discutir consigo mesmo
é maltra-se com convadia,
porque o silêncio sempre
tortura em sua completa razão.
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3/12/2010 10:05:00 PM
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poetadasolidão
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3/12/2010 12:34:00 PM
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Prefiro a felicidade
À dureza solitária da razão.
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poetadasolidão
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3/10/2010 06:39:00 PM
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poetadasolidão
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3/10/2010 12:04:00 PM
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poetadasolidão
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3/10/2010 11:59:00 AM
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TECNOLOGIAS INTELECTUAIS E LINGUAGENS NA CULTURA DO NOVO CAPITALISMO☻
Robério Pereira Barreto*
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poetadasolidão
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3/08/2010 10:20:00 PM
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Traz em ti algo soberbo, divino
A beleza que carrega
Suplanta nossas tristezas
E nos faz sempre meninos
Que, a qualquer tropeço
Corremos a seus meigos braços
E os tomamos como nosso berço.
Só vocês, Mulheres são capazes
De nos fazer entender
Que a vida, o mundo e nós mesmos
Sem as suas antinomias,
Tudo uma desgraça seria.
Obrigado!
07/03/2010
Robério Barreto
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poetadasolidão
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3/07/2010 09:52:00 PM
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Seu cheiro embriagando o quarto,
onde ebrio do odor saliente
deixado pelo devasso amor
desmaiva em profundo torpor.
Hipnotizado sonhava que
a se entregar em lascivia
aos caprichos e fremindo
às mãos forte em malicia
entregar seu corpo em brasa
às lampejantes labaredas
do amor a dois...
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poetadasolidão
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3/04/2010 11:24:00 PM
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Sobre os cacos
Que restou de mim,
Andas com a exação
De quem que castigar.
Mascrado e sem defesa,
sobram cicatrizes ao coração
que, pulsando resisti...
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poetadasolidão
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2/28/2010 07:00:00 PM
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Sou à sombra de sua alma!
Por isso, estou à flor da pele daquele que um dia aqui existiu., e vi quanto o homem é um ser vil.
Vejam, vejam, vejam! No ar estão espalhados restos de minha vida.
Vida que um dia achei que fosse minha com formosura e alegria. Não era!
Olhem..., olhem e sintam que em cada um de vocês há um pouco de mim!
E sintam quanto o homem é um ser vil!
Por isso e com medo estou no olhar triste de quem vai amar sem ser amado, no riso amarelo de passividade na transa sem preliminares que dá a certeza de que não vai gozar!
Na alma que fica deprimida na abstinência de...,
Na dor de quem vai ser esquecido antes do sol se pôr.
Agora, quem sou?! Não sei, não sei... Apenas sei que sou restos de mim diluídos em tudo que existe por aí, inclusive em você;
Há um pedaço de mim naquele mendigo caído na praça defronte da Igreja sem poder adentrá-la para seus pecados confessar;
Na criança cuja inocência é poesia sem palavras em meio à confusão da vida;
Na Jovem prostituta parada na esquina que se escondendo atrás de uma espessa maquilagem e que ajuda negar sua idade o que anima os maus intencionados;
No bêbado cuja sabedoria supera as vãs filosofias da academia judaico-cristã;
No ladrão que maquina sua ação sem piedade ou emoção;
No policial que faz cara de mal para achincalhar legal;
No político que pousa de honesto para as câmeras, mas seu pensamento é roubar quando chegar à Câmara;
No coveiro cujo desprezo pela vida a ver descrente e, vive com a morte ver no defunto seu infame futuro: larva, lama, pó e infinito.
O que será de mim se o futuro vir a existir? Nada... naaada!
Oh, como dói minha existência. Que existencia?
Há, há, há...
Será que ainda existo ou existirei?!
Isso não importa! Porta, portão, infernal portal...
Porque sou a parte mais escondida de cada um de vós a viver na jaula de ferro de suas existências.
Não me deixes vir à tona porque os fareis seres infernais!
Mostrando suas contradições interiores: raiva, amor, alegria, tristeza e dor
Porque daí me reconstituirá e será em vós. Restos de mim!
Robério Pereira Barreto
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poetadasolidão
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2/25/2010 05:32:00 PM
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ATIVIDADE DE ESCRITA:
O filme Entre os muros da escola, de Cantet (2008) traz como temática central os conflitos entre pensamento de ensinar de um professor, e as expectativas de aprender dos estudantes. Dessa maneira, discorra sobre as idiossincrasias nas formas de dizer e fazer escrita sob a ótica do professor e do aluno. Para isso tome como referência o texto que segue abaixo:
O longa metragem Entre os muros da escola é baseado em livro homônimo de François Bégaudeau (que interpreta a si próprio no longa), o filme relata as experiências de um professor de língua fracesa que usa a literatura como possibilidade para a aquisição da escrita e do bem dizer, em uma escola da periferia de Paris.
O diretor Laurent Cantet aproxima a câmera em constante movimentos da fisionomias dos atores, como que, querendo afirma que as relações entre os indivíduos ali eram marcadas pelo lugar de mistura étnicossocial, um microcosmo da França contemporânea, no qual há minorias estrangeiras, sobretudo, africanos advindos das antigas colônias francesas que, de certa maneira, não se reconhecem dentro de um sistema educacional pautada nas expectativas do mercado profissionalizante dos colonizadores.
Na narrativa, bem se articula o pensamento de que entre o que pensa e faz a escola e o pensam e querem os estudantes com suas ideias, perspectivas e problemas de várias ordens; sejam elas: sociais, econômicas e comportamentais há uma distancia abissal.
Há uma diferença cultural e social que gera incompreensão e atrito entre ambas as partes, retrato do que seria a França contemporânea. Os muros da escola são metonimicamente reveladores de uma divisão e uma impenetrabilidade entre dois lados. Há também outros muros invisíveis que estão sugeridos no filme. Por exemplo, o conflitos ocorridos na periferia de Paris nos últimos anos, em virtude de a polícia ter assassinado um jovem negro. Do lado de dentro do muro está François Marin, um professor de francês. Do outro, está um grupo de alunos entre 13 e 15 anos composto por negros africanos, asiáticos latino-americanos e franceses.
Nesse contexto, François pode ser visto em um primeiro momento, como um educador bem intencionado que, vislumbrando o crescimento intelectual e pessoal dos estudantes, imprimindo o rigor característico de uma escola rígida e disciplinador, mas também como uma espécie de colonizador.
Nessa esteira, se se quer empreender uma compreensão etimológica de seu sobrenome Marin, que pode ser traduzido ao português como marinheiro, este, por sua vez sugere desbravador dos mares e de novas terras. Por isso, sua luta em fazer com que seus alunos incorporem o idioma francês pode ser explicada como uma espécie de "processo civilizatório" imposto a esses alunos de diferentes etnias.
No estrado da sala de aula, lócus de interlocução e entendimento entre professor e estudantes, pode-se afirma que a linguagem é o grande campo de batalha onde é travado esse conflito cultural. O filme se sustenta basicamente apenas com longos diálogos, e muitos deles trazem a dinâmica do que seria de fato uma sala de aula, onde o improviso de ambas as partes predomina.
Conforme é dito pelo próprio diretor que, a inexistência de um roteiro em mãos, os jovens puderam criar seus próprios diálogos, o que dá a sensação de que a realidade daqueles garotos invadia a ficção de "Entre Muros". A invasão da realidade no filme também ocorre por meio dos nomes dos personagens, que é a mesma dos jovens na vida real. Porém, duas exceções merecem menção. Khoumba, vivida por Rachel Régulier, é uma aluna chamada de insolente por se recusar a atender uma ordem do professor. Souleymane, interpretado por Franck Keïta, é o garoto problemático que se indispõe com o professor e seus colegas.
São os dois personagens "rebeldes" e principais questionadores da autoridade de François. Apresentá-los como personagens fictícios parecem querer desvinculá-los do mundo real. Entretanto, eles se apresentam em todas as escolas, inclusive do Brasil.
É como se a visão deste filme francês fosse apenas capaz de ver o "verdadeiro" outro como o "bom selvagem", aquele personagem de outra etnia que se esforça a assimilar a cultura francesa. Talvez por isso, os professores lamentem a possibilidade de deportação do chinês Wei, um aluno dedicado no estudo do francês e bom moço, mas se reúnam para discutir a expulsão de Souleymane, um personagem que vemos falar outro idioma.
O filme reforça uma visão colonizadora a partir do ponto de vista de alguém que se toma, mesmo que inconscientemente, como a "civilização". Assim, o outro se torna o retrato da rebeldia que deve ser conquistado através da assimilação da cultura da "civilização".
Para o público brasileiro, a imagem de alunos que questionam a autoridade do professor e até mesmo são agressivos, possibilita outra discussão. Discussão saudosista de que os estudantes de hoje são menos respeitosos do que os de gerações passadas. “Na minha época o aluno tinha respeito ao professor”.Trata-se de um retrato que talvez não seja diferente do que vemos em escolas brasileiras, em que é comum o relato de desrespeito ao mestre e o inverso também é verdadeiro. Na realidade, infere-se que “entre os muros da escola” exista uma relação de disputa de poder onde os conflitos, as idiossincrasias de cada indivíduo, sejam colocados às claras e, com isso, os mundos se conflitam de maneira a colocar a realidade de relações pessoais bem definidas. “Manda quem pode e obedece quem tem juízo!”.
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poetadasolidão
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2/24/2010 09:36:00 PM
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Na ausência de mim mesmo
E dialogando com meus demônios
Descobri quão infinito é viver a esmo
A procura de sonhos.
O solitudo traz em ti a beleza
De quem mesmo na ausência
É constante presença, Paixão!
O solitudo, sola beatitudo!
15 de fevereiro de 2010
Robério Pereira Barreto
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poetadasolidão
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2/15/2010 08:53:00 PM
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ENCANTAMENTO
Encantei-me pelo seu singelo ser
E a luz que, involuntárias nascem de ti...
Seduzi-me aos seus acalantos sutis
Que ao sorrir me apaixonava
E, sinto a sutileza do seu olhar
Pensava em silencioso encanto:
Quão linda é a paixão e amor juvenis.
Boquiaberto o coração inflama e diz:
O encontro, encanto e acalanto
De seus meigos braços fazem-no
Ser o tão feliz!
Robério Barreto
08/02/10
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poetadasolidão
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2/08/2010 05:25:00 PM
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Em silencio depois do amor,
Foge a alma dos corpos
E rumo ao infinito voa...
Entregues ao esplendor
Da interminável e letárgica
Sonolência...
07/02/2010
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poetadasolidão
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2/08/2010 08:24:00 AM
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JOGO
Em seu corpo há perdição
E o coração sem razão,
Joga-se em constante
Busca de te amar em fogo.
Na senda do prazer
Você acende meu querer
Ao macio toque na sua pele.
Dos olhos brilhantes
Escorrem cachoeiras,
E o desejo de te querer
Salta às alucinantes
Que sem pudor lhe assalta.
31 de janeiro de 2010.
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poetadasolidão
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2/01/2010 07:17:00 PM
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CONTRARIANDO...
Quando choram os olhos
É porque a alma sente dor
E a alma neste estado
É ruim ao amor.
Se lágrimas banham a face
É como se dissesse:
Ó coração, és enternecido sofredor!
Amam-se de verdade aqueles que
Não permita aos olhos venerados
O desamor de viver a dúvida
E menos ainda, prontos de horror.
Contrarie estampando ao Mundo
Sorrisos alegre e sedutor;
Ser amado sente-se em esplendor.
29 de dezembro de 2009, 22h05min
Robério Barreto.
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poetadasolidão
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12/30/2009 06:24:00 PM
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FRENÉTICO AÇOITE
Na alcova ao lado
Convulsos fremidos de amor
Denunciam toda luta de corpos
Em movimentos em majestosa dor.
Na minha (...) há um querer alado
E o desejo em tê-la amado,
Ergue a plano elevado a imagem
De ti em afoita vadiagem.
Pernas, bustos, bocas fremem
Enquanto corações fustigados
Diante de tão efêmera paixão geme e;
Na obscuridade da noite,
Olhos declam poeticidade
Declarando o prazer à eterna
Longevidade do querer-te no acoite; Gozo!
27 de dezembro de 2009. 20h21min.
Robério Barreto
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poetadasolidão
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12/27/2009 08:53:00 PM
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As ondas banham a praia
Lentamente em maré baixa,
E, igual às lágrimas
Silenciosamente irrigam
As raízes de minha alma;
Que se afogando nessa maré
Traz consigo as vontades de
Estar contigo e sem ressalvas te querer.
26 de dezembro de 2009, 20h58min.
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poetadasolidão
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12/26/2009 09:15:00 PM
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Nunca se viu tanta exibição pública de discursos demagógicos e falsas contendas sobre um tema mais do que óbvio; a temperatura do planeta está aumentando e isso não há que duvide. Por outro lado, se tem os desejos de crescimento econômico e de superação dos limites das bolsas de valores. No caso de Brasil, China e outros que a custa da miserabilidade e exploração humanas de muitos cidadãos, vai-se cada vez mais se construindo uma farsa sobre níveis de poluentes. Aqui no Brasil nosso discurso está centrado no desmatamento ilegal da floresta Amazônica, todavia não se tem visto projetos nem programas governamentais sérios a respeito da caatinga e do cerrado. Este último agoniza sob os grilhões das correntes acopladas aos tratores que o violentam sem piedade, para em seguida serem semeados de sementes de capim, soja, algodão e outros comodities agrícolas. No que se refere à caatinga pouca coisa se ouve falar. Afinal, no sertão não há muito que investir; chove pouco e o retorno seria ínfimo. Então, mata e queima-se a caatinga nos fornos das indústrias, estas sim, com sua fome monstruosa, precisa ser alimentada com carvão e energia elétrica que, por acaso advém de usinas hidroelétricas e nucleares.
Interessante em toda discussão na Cop15 é que tivemos delegações das nações mundiais que, eram meramente figurativas, veja o exemplo da delegação brasileira a qual viveu todo evento em discordância; lembre-se, pois as gafes de Ministra da Casa Civil e Ministro do Meio Ambiente, (que saudades da firmeza de Marina Silva) sem contar que o presidente em sua forma peculiar de se fazer o centro das atenções, se autorizando em nome não se sabe de quem e porque está disposto a aumentar as metas de reduções. Ele esquece o que pensa os plantadores de soja, os mineradores e os industriais que cada projeto amplia seus lucros sem se importar diretamente com questões ambientais.
Diante dessas evidências, não é difícil perceber que mais uma vez fomos enganados e levados a pagar as contas das vontades e do poder do capitalismo verde, amarelo, vermelho e branco, ou seja, cada um da América à África terá que desembolso dinheiro para pagar uma conta que ainda não foi calculada, mas se reconhece como enorme. Por fim, a Cop15 não passou de uma farsa em nome da defesa do planeta. Ate porque não se decidiu absolutamente nada! Ficou na promessa! Nada e coisa nenhuma!
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poetadasolidão
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12/21/2009 03:07:00 PM
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Senhores leitores,
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poetadasolidão
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12/20/2009 11:16:00 PM
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Amanheci com vontade de tê-la nos meus braços
Para amá-la até a exaustão
Tendo meu corpo debraçando sobre o seu
Dizer em brados e em suspiro-te ao infinito:
Gosto de ter você e, vivendo plenamente
Seus delirios de prazer
Deleito em gozos...
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poetadasolidão
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12/11/2009 08:44:00 PM
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poetadasolidão
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12/10/2009 11:10:00 PM
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poetadasolidão
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11/30/2009 11:58:00 PM
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poetadasolidão
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11/30/2009 11:17:00 PM
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