domingo, 27 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
BIBLIOGRAFIAS DE PESQUISAS
Prezados,
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poetadasolidão
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3/13/2011 07:28:00 PM
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sexta-feira, 11 de março de 2011
AUSÊNCIA...
Prezados webleitores,
Dirijo estas poucas linhas a todos para dizer-lhe que, nesse momento, me encontro submerso em leituras teóricas e metodológicas visando a construção de minha questão tese de doutoramento. Tão logo consiga me articular melhor lhes apresentarei algo para fruição.
Saudações blogueiras.
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poetadasolidão
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3/11/2011 07:17:00 PM
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
A VIRGEM QUE...
Na cidade, tudo era novidade, inclusive as amizades. Colegas de faculdade sempre em ritmo acelerado buscavam integrá-la ao mundo urbano: baladas, viagens e festas íntimas.
Em cada lugar que chegava sempre chamava à atenção com sua meiguice, timidez e a beleza tomavam conta do lugar como se acendesse um feixe de luz aos olhos de todos. Isso tudo a colocava no centro das atenções, tornando-se, um objeto de desejo.
As tentações do novo mundo lhe distanciava cada vez mais de sua origem humilde e, naturalmente, alimentava sonhos mil. Uniram-se várias atrações mundanas conspirando contra sua ingenuidade: Olhares maliciosos, murmúrios sibilantes e pescoços dedicavam-se a querê-la impiedosamente.
Demasiadamente humana, não resistindo às tentações, percebe que poderia tirar proveito da situação e, jogando charme encanta e... Porém, virgem! Não tendo a malícia daquelas que vivem na cidade de redevú da cidade grande, foi presa fácil.
Depois de uma noite de badalação regada... acordou sozinha num quarto de hotel sentido que algo estranho havia acontecido, mas não tinha ainda ideia e a dimensão do que realmente tinha acontecido.
Levanta-se e se percebe diferente. Embora não saiba ainda distinguir entre as dores de cabeças resultantes da ressaca e as dores da festança... Vai ao chuveiro e a água com intimidade absurda releva algo que o cérebro ainda não tinha identificado; Não era mais a menina-mulher de antes, era mulher, entretanto, não sabia como havia acontecido...
- Minha nossa! Não sou mais... como isso foi acontecer?! Nem lembro com quem vim para cá! Desolada vasculha a bolsa todos os pertences intocados, inclusive os íntimos.
Mil pensamentos tomam-lhe as ideias:
- Doenças estão ai...
- Gravidez?! Nem pensar!
- Que vergonha, minha família? O que direi a eles?
As lágrimas se confundindo com a água do chuveiro que, percorrendo as intimidades sem permissão, continua a denunciar o passado ainda recente, mas dolorido.
Mais pensamentos invadem sua cabeça. Agora não tem mais jeito, preciso consultar um médico, pensou em desespero: deveria ir à emergência do hospital, mas tenho vergonha.
Enrolando-se na toalha senta-se no vaso do banheiro. Instintivamente pega o celular e liga para a melhor amiga. (...) deu caixa de mensagem... Depois de algum tempo resolve ir embora, revista a bolsa mais uma vez e tudo está intocado.
- Ufa! Ainda bem não fui roubada!
- Recepção? Por favor, feche a conta e chame para mim um taxi, farei check-out em cinco minutos.
- Senhora, sua conta já esta fechada. O táxi está a sua espera.
- O quê? Quem pagou?
- Senhora, perdão, mas não podemos revelar.
Mais dúvidas surgem: O que estão me escondendo? O que será que aconteceu comigo esta noite?
Envergonhada passa de cabeça baixa e entra no taxi.
Qual o endereço, senhora? Indaga o taxista.
Vamos sair de pressa daqui, já lhe falo...
Chegando a seu apartamento, incertezas aumentam cada vez que se lembra de quando despertou naquele lugar.
Passadas horas de agonia rola um insight:
- Putz! Tenho uma amiga médica, mas o que devo dizer para ela? Vou ligar se atender invento qualquer coisa, mas preciso falar com alguém que não seja de minha família.
- Alô, querida, preciso conversar, ou melhor, de uma consulta urgentemente! Nem deu chance para os cumprimentos pessoais; tamanha a aflição.
- Fique calma e me conte o que aconteceu, tranquilizou a amiga e médica de urgência.
- Não pode ser por telefone, preciso que me examine.
- Ok. Estou de plantão e você onde é, venha para cá imediatamente.
-Ufa, graças a Deus...
Minutos depois, esbaforida e em prantos é recepcionada pela amiga que, tomando-a nos braços a consola:
- Não fique assim! Conte-me tudo.
- Não posso, na verdade, nem sei o que aconteceu, mas estou desesperada.
Se não me contar não poderei ajudá-la, então se acalme e fale bem devagar.
Entre prantos e soluços narra às últimas horas angustiantes que se passaram depois de acordar sozinha naquele quarto de hotel.
- Amiga, lembro de que ontem a noite sai para a balada... hoje, acordei sozinha em um quarto de hotel. O pior é que estava sem roupa e senti algo estranho em mim. Achei que fosse ressaca, mas não era. Mas ao tomar banho a água ao tocar meu corpo parecia lavar algo sujo que há em mim.
- Contento-se para não rir, a amiga e medica pergunta: quer dizer que você foi para a balada e acordo no outro dia, sozinha sem saber com que dormiu e, agora acha que foi abusada é, isso?
- Não sei, nem me lembro de nada.
- Ai, Cinderela tire a roupa que vou lhe examinar, ordena a médica.
Procedimentos ginecológicos realizados em minúcias, risos tomam conta do consultório.
- Porque está rindo assim? Pare que você me constrange mais ainda!
- Perdão, mas você deve ter batido a cabeça em algum lugar. Amiga, você é... Bom, como posso dizer isso? Ainda é virgem... Então não posso receitar pílula do dia seguinte. Já que está aqui, vamos fazer uns exames de rotina.
Amostras de material coletadas, agora vamos aguardar os resultados.
Vai para casa e enquanto isso tome essa medicação. Qualquer coisa me ligue.
- Obrigado, amiga! Posso te pedir um favor?
- Claro.
- Não comente isso com ninguém.
- Com certeza, Imaculada.
Segunda-feira chega e com ela a rotina da vida lhe impõem compromissos: trabalho, faculdade e correria... Olhando para todos com desconfiança, pensa que todos sabem o que aconteceu, porém envergonhada não tem coragem de comentar. Então, tenta concentrar-se nos afazeres para diminuir as angústias.
Passa a dispensar convites até então indispensáveis, trancando-se em seu apartamento, disfarça a voz para fala ao telefone com a mãe e o pai para parecer que esta tudo bem. Entretanto, algo está acontecendo em sua cabeça e corpo. Sensibilidade além da conta chora em demasia. E um pressentimento lhe toma conta...
Não demora muito o celular toca. Amiga, estou com os resultados dos exames, venha para cá urgentemente, ordena a amiga-médica.
Aflita vai ao encontro da amiga.
- Oi, me conte tudo, vai direto ao assunto!
- Não sei como te falar porque isso é um caso complicado.
- Por favor, não brinque com minha desgraça. Estou com Aids, é isso?
- É grave, trágico e engraçado ao mesmo tempo; um milagre talvez.
- Pare com essa tortura. Diga o que é!
- Você está grávida, porém ainda é virgem. Como consegui isso, Imaculada?
(...)
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poetadasolidão
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2/20/2011 03:53:00 PM
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
TORPEDO ANÔNIMO
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poetadasolidão
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1/20/2011 03:50:00 PM
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sábado, 15 de janeiro de 2011
LÍNGUA(GEM) DA INTERNET: COMUNICAÇÃO DO POVO
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poetadasolidão
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1/15/2011 09:50:00 PM
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
WEBLOG: HORIZONTES PARA A AQUISIÇÃO E ENSINO DE ESCRITA
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poetadasolidão
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1/14/2011 09:15:00 PM
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
ESCREVER E VESTIR É UMA QUESTÃO DE ESTILO
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1/13/2011 04:10:00 PM
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
CONVERSAS NA FILA DOS MILHÕES
Estava na fila da lotérica e mil histórias eram criadas ao redor da ideia de se ganhar 200.000.000.00.
- Ajudaria a toda minha família e ficaria livre de todos os problemas que ela me causa, principalmente da minha sogra que, não me deixa viver em paz, com minha mulher. Também pudera, minha casa é na laje acima da casa dela.
- Faria uma viagem para conhecer o mundo inteiro e dava uma banana para todos os meus parentes.
- Pegaria um monte de gostosas...
- Faria uma ou melhor várias palsticas e chutaria o meu marido pão duro.
- Comparia um prédio de apartamentos e alugaria todos e ia para a ilha curtir com a minha família.
- Trocaria minha velha por uma nêga de 16 e dai ja viu, né?
- Compraria viagra para o meu marido.
- Com esse dinheirama toda faria um plano de saúde para minha mulher.
De todas essas histórias a última é a que mais demonstra o qué o mais importante não é o dinheiro, mas sim, a saúde da companheira e do amor entre ambos, visto que o depoente citado era um senhor de aparência e feição modesta.
Estas são poucas das milhões de histórias, sonhos e desejos que os 200.000.000,00 da Mega sena da virada está despertando nas cabeças dos brasileiros.
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poetadasolidão
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12/27/2010 12:43:00 PM
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NÃO É NÃO!
Começou a cobiçar... não teve o desejo retornado, então... Perseguir seria uma chance de estar perto daquele que desejava tê-lo em...
A noite o seguia em sonhos alucinantes: eis-me cá! Devora-me ou te devorarei mesmo que em sonhos não te abandonarei até que me...
Não! Afasta-te de mim, oh insano pecado...
Se não me devorares, será para sempre desejado e...
Não, não e não! Porque Não é não! E mais: não sois tão palatável como achas que sois.
Então, não é não!
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poetadasolidão
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12/27/2010 12:14:00 PM
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
FESTANÇAS NATALINAS
Prezados webleitores,
Depois de uma ano de muita escritas poética e científica, peço-lhe um momento, uma trégua para os meus humildes neurônios os quais precisam novas sinapses para em 2011 poderem produzirem.
Felicidades a todos!
Abç e flz 2011
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poetadasolidão
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12/22/2010 06:00:00 PM
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
WEBLOG HIPERGÊNERO DIGITAL
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poetadasolidão
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11/30/2010 10:28:00 PM
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
“UM OUVIDO, POR UM OLHO”: DICOTOMIA ORALIDADE- ESCRITURA
Enquanto a fala humana se constitui de sons, a escrita depende de sinais visuais. Lajolo; Zilberman, 2010, p. 50
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11/25/2010 09:04:00 PM
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ARTIGO NA REVISTA HIPERTEXTUS
POR UMA PEDAGOGIA DA CIBERLINGUAGEM1: EXPLORANDO. REDES SOCIAIS ORKUT, TWITTER E WEBLOG: Robério Pereira Barreto*. (UNEB/CEFAPRO-MT) jpgbarreto@gmail.com ...
www.hipertextus.net/volume5/Roberio-Pereira-Barreto.pdf
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11/25/2010 08:04:00 PM
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
CAMINHANÇA A TRÊS
Nas campinas monocromáticas do sertão, eu, o amor e a solidão andamos juntos tal qual siameses nascem e, solitariamente estão ligados.
Nessa caminhada pergunto:
- Amor o que queres tu tão colado a mim, se nessa caminhada estamos do mesmo lado da estrada da vida, perdidos?
- e você Solidão? Por que nos faz companhia nesse dia de horas lentas e continuas?!
Ambas juntos respondem:
- Não queremos que sofras sozinho! És tu um mal companheiro de travessia, isto sim.
Pasmei diante de clara constatação:
Quanto egoísmo pensar que meus companheiros têm interesses diferentes dos meus. Não, eles são partes de mim que não conheço.
Depois dessa prosa a minha caminhaça não será mais solitária.
Levo comigo parceiros inseparáveis: o Amor e Solidão.
- Parceiro, caminhar sozinho é a oportunidade de encontrar a si mesmo em constante desalinho, murmura a Solidão.
- Verdade, confirmando a voz da Solidão, o Amor se lança a filosofia.
- Um dia, sem mim tudo poderá chegar ao fim. Veja aqueles que se deslocaram de mim por egoísmo e fantasia, estão pertos de ti, Solidão!
A Solidão foi provocada então responde ao Amor:
Amor, aqueles que chegam até a mim vem porque se afastaram de todos e, principalmente de si mesmos, e agora não se reconhece e dizem: Tu, Ele e Aquela são as minha parceiras.
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poetadasolidão
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11/11/2010 04:16:00 PM
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sábado, 6 de novembro de 2010
A MENINA DAS PERNAS DE LOUÇA
Branquinha e de beleza angelical, a menina desfila na rua com as pernas lisas e brinhantes à luz do sol que, sem piedade insiste em queimar tamanha branquitude. Iresoluta, a menina desafia o furor da luz, ofuscando-na com sua limpidez e brancura.
A menina de pernas de louça, meiga como a boneca chinesa timidamente é exposta a luz... A menina de pernas de louça caminha na minha frente e nem posso tocá-la... que decepção! Tão linda e escultural e, infelizmente não tocá-la me faz mal.
Menina das pernas de louças desfila, desfila e destila...
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11/06/2010 11:59:00 AM
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
AUTONOMIA: ESTRATÉGIA PARA APRENDIZAGEM NO AMBIENTE ON-LINE
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poetadasolidão
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10/29/2010 10:37:00 AM
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
ATIVIDADE DE CONSTRUÇÃO E USO DE GÊNEROS TEXTUAIS EM REDE
EM (CANTOS)
Robério Pereira Barreto
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10/28/2010 08:40:00 AM
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
MSN: ORALIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO E DA LINGUAGEM
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10/22/2010 10:54:00 AM
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
A ESCRITA COMO ATIVIDADE LEIGA
Discute-se que a nossa cultura é fundamentalmente de escrita e, portanto, têm havido estudos significativos sobre a presença desta tecnologia no processo educacional e formativo de todos. Desse ponto, de vista Ivan Illich, apresentou seu apelo à pequisa em cultura escrita a partir da compreensão de que há uma escrita leiga em nossa sociedade e, por isso, é constituida a partir do pensamento de que tudo na sociedade é possivel de ser reconhecido através de discurso que podem ser fixados no tempo e espaço da enunciação, podendo a esperiência desse procedimento descritiva.
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10/04/2010 02:34:00 PM
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