quarta-feira, 10 de março de 2010

AFORISMAS DO BARRETO

Prefiro a felicidade

À dureza solitária da razão.

Com essa fala acima cita, inicia-se nesse nosso espaço uma nova maneira de vivenciar o cotidiano, o qual denomino de Aforismas do Barreto, pois se trata de momentos efusivamente alucinantes de poder ter percebido no rosto homem simples do povo, suas manifestações de sabedoria e cultura populares. Hoje, ao deixar os muros do templo da ciência e do conhecimento sistematizado - Universidade do Estado da Bahia - Campus XVI - Irecê - BA, deparei me com um casal cujo rosto e vestes suados denunciavam a longa caminhada que fazia em silêncio, à margem de uma rodovia estadual - BA 052 - antiga estrada do feijão - revesando entre si o peso do carinho de mão que, em gemidos continuos transportavam o alimento da família que os esperavam em casa.
Então, a me aproximar cumprimentei-os. Prontamente e com um sorriso banguela me respondera com imensa alegria. Amizade feita, perguntei-lhes de maneira curiosa: de onde vocês vem com tamanha coragem mesmo carregando tanto peso? A essa altura da amizade jé me encontrava tropego e cansando ao empurrar aquela carroça cujo peso parecia a imensidão do mundo. Singelamente veio a resposta:
- Meu filho vimos de tão longe que nem falando o nome do lugar vai saber. Mas, lhe digo a quanto tempo estamos na estrada saiu da roça faltavam 15 minutos para o meio dia. Você sabe dizer que horas são agora?
- 17 horas ou melhor 5 horas da tarde, respondia na sofreguidão de quem não está acostumado ao peso da vida.
- Então meu filho, são mais de 5 horas empurrando essa carinho com o pouco de milho e feijão de corda - Feijão fradinho - que nos restou da seca. E também antes que os espertos peguem para eles. Porque antes a gente achava que os vizinhos eram pessoas que não precisavam 'bulir' nas roças dos outros, mas o pior é que estavam nos roubando o pouco que tínhamos e nós só na confiança, você acredita nisso? Longamente me explicou a senhora ao tomar aos braços o comando do carrinho de mão.
Está aí fonte desse aforisma.  

A VARIAÇÃO LINGUISTICA TAMBÉM HÁ NA MÚSICA II

A VARIAÇÃO LINGUISTICA ESTÁ TAMBÉM NA MÚSICA

segunda-feira, 8 de março de 2010

RESUMO DE PALESTRAR FEITA NO SEMINÁRIO INTERDICIPLINAR DE PESQUISA E ESTÁGIO - UNEB - CAMPUS XVI

TECNOLOGIAS INTELECTUAIS E LINGUAGENS NA CULTURA DO NOVO CAPITALISMO☻




Robério Pereira Barreto*

Resumo: este artigo discute as tecnologias intelectuais e as linguagens a partir da cultura do novo capitalismo, a qual tem nas informações o elemento potencializador das decisões. Apresentam-se à maneira de Lévy (2000) as concepções de tecnologias inteligentes e, em seguida, os conceitos de linguagem no âmbito da cultura do novo capitalismo que, segundo Sennet (2008) constitui-se em virtude do sistema social e econômico centralizar suas ações no universo da informação. (Barreto, 2009) Sabe-se que isso consitui apenas retórica e discurso da elite detentora dos meios de formação – escolas e universidades – que têm na tecnologia da informação e comunicação – TICs – um novo hetero social agregador de uma sociedade do tempo e emprego flexíveis. A escola contemporânea vive a crise do currículo, da linguagem e das tecnologias por que há profissionais que desejam ainda a estrutura educacional pautada na formação humanística e cultural. O conhecimento institucional das tecnologias e da linguagem está relacionado à possibilidade de aumentar cada vez mais o controle panóptico do estado sobre o fazer do educacional.



Palavras-chave: Tecnologias intelectuais, Novo capitalismo, Linguagens

domingo, 7 de março de 2010

ÀS MULHERES

Traz em ti algo soberbo, divino
A beleza que carrega
Suplanta nossas tristezas
E nos faz sempre meninos
Que, a qualquer tropeço
Corremos a seus meigos braços
E os tomamos como nosso berço.

Só vocês, Mulheres são capazes
De nos fazer entender
Que a vida, o mundo e nós mesmos
Sem as suas antinomias,
Tudo uma desgraça seria.
Obrigado!



07/03/2010

Robério Barreto

quinta-feira, 4 de março de 2010

LABAREDAS...

Seu cheiro embriagando o quarto,
onde ebrio do odor saliente
deixado pelo devasso amor
desmaiva em profundo torpor.

Hipnotizado sonhava que
a se entregar em lascivia
aos caprichos e fremindo
às mãos forte em malicia
entregar seu corpo em brasa
às lampejantes labaredas
do amor a dois...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

CACOS

Sobre os cacos
Que restou de mim,
Andas com a exação
De quem que castigar.

Mascrado e sem defesa,
sobram cicatrizes ao coração
que, pulsando resisti...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

RESTOS DE MIM EM VÓS

Sou à sombra de sua alma!
Por isso, estou à flor da pele daquele que um dia aqui existiu., e vi quanto o homem é um ser vil.
Vejam, vejam, vejam! No ar estão espalhados restos de minha vida.
Vida que um dia achei que fosse minha com formosura e alegria. Não era!
Olhem..., olhem e sintam que em cada um de vocês há um pouco de mim!
E sintam quanto o homem é um ser vil!

Por isso e com medo estou no olhar triste de quem vai amar sem ser amado, no riso amarelo de passividade na transa sem preliminares que dá a certeza de que não vai gozar!
Na alma que fica deprimida na abstinência de...,
Na dor de quem vai ser esquecido antes do sol se pôr.


Agora, quem sou?! Não sei, não sei... Apenas sei que sou restos de mim diluídos em tudo que existe por aí, inclusive em você;
Há um pedaço de mim naquele mendigo caído na praça defronte da Igreja sem poder adentrá-la para seus pecados confessar;
Na criança cuja inocência é poesia sem palavras em meio à confusão da vida;
Na Jovem prostituta parada na esquina que se escondendo atrás de uma espessa maquilagem e que ajuda negar sua idade o que anima os maus intencionados;
No bêbado cuja sabedoria supera as vãs filosofias da academia judaico-cristã;
No ladrão que maquina sua ação sem piedade ou emoção;
No policial que faz cara de mal para achincalhar legal;
No político que pousa de honesto para as câmeras, mas seu pensamento é roubar quando chegar à Câmara;
No coveiro cujo desprezo pela vida a ver descrente e, vive com a morte ver no defunto seu infame futuro: larva, lama, pó e infinito.

O que será de mim se o futuro vir a existir? Nada... naaada!
Oh, como dói minha existência. Que existencia?
Há, há, há...
Será que ainda existo ou existirei?!
Isso não importa! Porta, portão, infernal portal...
Porque sou a parte mais escondida de cada um de vós a viver na jaula de ferro de suas existências.
Não me deixes vir à tona porque os fareis seres infernais!
Mostrando suas contradições interiores: raiva, amor, alegria, tristeza e dor
Porque daí me reconstituirá e será em vós. Restos de mim!

Robério Pereira Barreto

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

ENTRE OS MUROS DA ESCOLA”: MUNDO DE IDIOSSINCRASIAS E LINGUAGENS CONFUSAS

ATIVIDADE DE ESCRITA:


O filme Entre os muros da escola, de Cantet (2008) traz como temática central os conflitos entre pensamento de ensinar de um professor, e as expectativas de aprender dos estudantes. Dessa maneira, discorra sobre as idiossincrasias nas formas de dizer e fazer escrita sob a ótica do professor e do aluno. Para isso tome como referência o texto que segue abaixo:

O longa metragem Entre os muros da escola é baseado em livro homônimo de François Bégaudeau (que interpreta a si próprio no longa), o filme relata as experiências de um professor de língua fracesa que usa a literatura como possibilidade para a aquisição da escrita e do bem dizer, em uma escola da periferia de Paris.

O diretor Laurent Cantet aproxima a câmera em constante movimentos da fisionomias dos atores, como que, querendo afirma que as relações entre os indivíduos ali eram marcadas pelo lugar de mistura étnicossocial, um microcosmo da França contemporânea, no qual há minorias estrangeiras, sobretudo, africanos advindos das antigas colônias francesas que, de certa maneira, não se reconhecem dentro de um sistema educacional pautada nas expectativas do mercado profissionalizante dos colonizadores.

Na narrativa, bem se articula o pensamento de que entre o que pensa e faz a escola e o pensam e querem os estudantes com suas ideias, perspectivas e problemas de várias ordens; sejam elas: sociais, econômicas e comportamentais há uma distancia abissal.

Há uma diferença cultural e social que gera incompreensão e atrito entre ambas as partes, retrato do que seria a França contemporânea. Os muros da escola são metonimicamente reveladores de uma divisão e uma impenetrabilidade entre dois lados. Há também outros muros invisíveis que estão sugeridos no filme. Por exemplo, o conflitos ocorridos na periferia de Paris nos últimos anos, em virtude de a polícia ter assassinado um jovem negro. Do lado de dentro do muro está François Marin, um professor de francês. Do outro, está um grupo de alunos entre 13 e 15 anos composto por negros africanos, asiáticos latino-americanos e franceses.

Nesse contexto, François pode ser visto em um primeiro momento, como um educador bem intencionado que, vislumbrando o crescimento intelectual e pessoal dos estudantes, imprimindo o rigor característico de uma escola rígida e disciplinador, mas também como uma espécie de colonizador.

Nessa esteira, se se quer empreender uma compreensão etimológica de seu sobrenome Marin, que pode ser traduzido ao português como marinheiro, este, por sua vez sugere desbravador dos mares e de novas terras. Por isso, sua luta em fazer com que seus alunos incorporem o idioma francês pode ser explicada como uma espécie de "processo civilizatório" imposto a esses alunos de diferentes etnias.

No estrado da sala de aula, lócus de interlocução e entendimento entre professor e estudantes, pode-se afirma que a linguagem é o grande campo de batalha onde é travado esse conflito cultural. O filme se sustenta basicamente apenas com longos diálogos, e muitos deles trazem a dinâmica do que seria de fato uma sala de aula, onde o improviso de ambas as partes predomina.

Conforme é dito pelo próprio diretor que, a inexistência de um roteiro em mãos, os jovens puderam criar seus próprios diálogos, o que dá a sensação de que a realidade daqueles garotos invadia a ficção de "Entre Muros". A invasão da realidade no filme também ocorre por meio dos nomes dos personagens, que é a mesma dos jovens na vida real. Porém, duas exceções merecem menção. Khoumba, vivida por Rachel Régulier, é uma aluna chamada de insolente por se recusar a atender uma ordem do professor. Souleymane, interpretado por Franck Keïta, é o garoto problemático que se indispõe com o professor e seus colegas.

São os dois personagens "rebeldes" e principais questionadores da autoridade de François. Apresentá-los como personagens fictícios parecem querer desvinculá-los do mundo real. Entretanto, eles se apresentam em todas as escolas, inclusive do Brasil.

É como se a visão deste filme francês fosse apenas capaz de ver o "verdadeiro" outro como o "bom selvagem", aquele personagem de outra etnia que se esforça a assimilar a cultura francesa. Talvez por isso, os professores lamentem a possibilidade de deportação do chinês Wei, um aluno dedicado no estudo do francês e bom moço, mas se reúnam para discutir a expulsão de Souleymane, um personagem que vemos falar outro idioma.

O filme reforça uma visão colonizadora a partir do ponto de vista de alguém que se toma, mesmo que inconscientemente, como a "civilização". Assim, o outro se torna o retrato da rebeldia que deve ser conquistado através da assimilação da cultura da "civilização".

Para o público brasileiro, a imagem de alunos que questionam a autoridade do professor e até mesmo são agressivos, possibilita outra discussão. Discussão saudosista de que os estudantes de hoje são menos respeitosos do que os de gerações passadas. “Na minha época o aluno tinha respeito ao professor”.Trata-se de um retrato que talvez não seja diferente do que vemos em escolas brasileiras, em que é comum o relato de desrespeito ao mestre e o inverso também é verdadeiro. Na realidade, infere-se que “entre os muros da escola” exista uma relação de disputa de poder onde os conflitos, as idiossincrasias de cada indivíduo, sejam colocados às claras e, com isso, os mundos se conflitam de maneira a colocar a realidade de relações pessoais bem definidas. “Manda quem pode e obedece quem tem juízo!”.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Na ausência de mim mesmo

E dialogando com meus demônios
Descobri quão infinito é viver a esmo
A procura de sonhos.



O solitudo traz em ti a beleza
De quem mesmo na ausência
É constante presença, Paixão!

O solitudo, sola beatitudo!


15 de fevereiro de 2010

Robério Pereira Barreto

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

ENCANTAMENTO




Encantei-me pelo seu singelo ser
E a luz que, involuntárias nascem de ti...


Seduzi-me aos seus acalantos sutis
Que ao sorrir me apaixonava
E, sinto a sutileza do seu olhar
Pensava em silencioso encanto:
Quão linda é a paixão e amor juvenis.


Boquiaberto o coração inflama e diz:
O encontro, encanto e acalanto
De seus meigos braços fazem-no
Ser o tão feliz!

Robério Barreto

08/02/10

SONO DO AMOR

Em silencio depois do amor,
Foge a alma dos corpos
E rumo ao infinito voa...


Entregues ao esplendor
Da interminável e letárgica
Sonolência...

07/02/2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A VIDA É...

JOGO




Em seu corpo há perdição
E o coração sem razão,
Joga-se em constante
Busca de te amar em fogo.


Na senda do prazer
Você acende meu querer
Ao macio toque na sua pele.


Dos olhos brilhantes
Escorrem cachoeiras,
E o desejo de te querer
Salta às alucinantes
Que sem pudor lhe assalta.

31 de janeiro de 2010.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

PARA SE VIVER É

CONTRARIANDO...




Quando choram os olhos
É porque a alma sente dor
E a alma neste estado
É ruim ao amor.


Se lágrimas banham a face
É como se dissesse:
Ó coração, és enternecido sofredor!

Amam-se de verdade aqueles que
Não permita aos olhos venerados
O desamor de viver a dúvida

E menos ainda, prontos de horror.
Contrarie estampando ao Mundo
Sorrisos alegre e sedutor;
Ser amado sente-se em esplendor.

29 de dezembro de 2009, 22h05min
Robério Barreto.

domingo, 27 de dezembro de 2009

FRENÉTICO AÇOITE




Na alcova ao lado
Convulsos fremidos de amor
Denunciam toda luta de corpos
Em movimentos em majestosa dor.

Na minha (...) há um querer alado
E o desejo em tê-la amado,
Ergue a plano elevado a imagem
De ti em afoita vadiagem.

Pernas, bustos, bocas fremem
Enquanto corações fustigados
Diante de tão efêmera paixão geme e;

Na obscuridade da noite,
Olhos declam poeticidade
Declarando o prazer à eterna
Longevidade do querer-te no acoite; Gozo!


27 de dezembro de 2009. 20h21min.
Robério Barreto

sábado, 26 de dezembro de 2009

ONDAS E SAUDADES...

As ondas banham a praia
Lentamente em maré baixa,
E, igual às lágrimas
Silenciosamente irrigam
As raízes de minha alma;

Que se afogando nessa maré
Traz consigo as vontades de
Estar contigo e sem ressalvas te querer.



26 de dezembro de 2009, 20h58min.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

COP15: O ENCONTRO DE FARSAS

Nunca se viu tanta exibição pública de discursos demagógicos e falsas contendas sobre um tema mais do que óbvio; a temperatura do planeta está aumentando e isso não há que duvide. Por outro lado, se tem os desejos de crescimento econômico e de superação dos limites das bolsas de valores. No caso de Brasil, China e outros que a custa da miserabilidade e exploração humanas de muitos cidadãos, vai-se cada vez mais se construindo uma farsa sobre níveis de poluentes. Aqui no Brasil nosso discurso está centrado no desmatamento ilegal da floresta Amazônica, todavia não se tem visto projetos nem programas governamentais sérios a respeito da caatinga e do cerrado. Este último agoniza sob os grilhões das correntes acopladas aos tratores que o violentam sem piedade, para em seguida serem semeados de sementes de capim, soja, algodão e outros comodities agrícolas. No que se refere à caatinga pouca coisa se ouve falar. Afinal, no sertão não há muito que investir; chove pouco e o retorno seria ínfimo. Então, mata e queima-se a caatinga nos fornos das indústrias, estas sim, com sua fome monstruosa, precisa ser alimentada com carvão e energia elétrica que, por acaso advém de usinas hidroelétricas e nucleares.

Interessante em toda discussão na Cop15 é que tivemos delegações das nações mundiais que, eram meramente figurativas, veja o exemplo da delegação brasileira a qual viveu todo evento em discordância; lembre-se, pois as gafes de Ministra da Casa Civil e Ministro do Meio Ambiente, (que saudades da firmeza de Marina Silva) sem contar que o presidente em sua forma peculiar de se fazer o centro das atenções, se autorizando em nome não se sabe de quem e porque está disposto a aumentar as metas de reduções. Ele esquece o que pensa os plantadores de soja, os mineradores e os industriais que cada projeto amplia seus lucros sem se importar diretamente com questões ambientais.

Diante dessas evidências, não é difícil perceber que mais uma vez fomos enganados e levados a pagar as contas das vontades e do poder do capitalismo verde, amarelo, vermelho e branco, ou seja, cada um da América à África terá que desembolso dinheiro para pagar uma conta que ainda não foi calculada, mas se reconhece como enorme. Por fim, a Cop15 não passou de uma farsa em nome da defesa do planeta. Ate porque não se decidiu absolutamente nada! Ficou na promessa! Nada e coisa nenhuma!

domingo, 20 de dezembro de 2009

CARTA AO LEITOR: O DONO DESSE ESPAÇO

Senhores leitores,

Agradeço a todos pelos vários acessos feitos a esse nosso espaço de produção poética, acadêmica e cultural durante esse ano de 2009. Em pouco mais de 2,5 anos de existência foram publicados textos da diversas ordens e estilos; uns com arroubos acadêmicos, outros com elucubrações poéticas e até com desabafos pessoais. Mas, independentemente do conteúdo vi a cada olhada, o contador registrando que pessoas passaram por aqui, às vezes, comentaram outras só leram.
Diante de tamanha fidelidade, publicamente os convido para que juntos, em 2010, possamos ter forças para produzir novas ideias com a quais todos possam refletir sobre a vida, a arte, a cultura e o amor que existem em cada um de nós. Assim sendo, quero que todos curtam suas famílias e amigos e tenha milhões de alegria nesses dias de festanças. Feliz Natal e ótimo Ano Novo!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

DELEITES

Amanheci com vontade de tê-la nos meus braços

Para amá-la até a exaustão
Tendo meu corpo debraçando sobre o seu
Dizer em brados e em suspiro-te ao infinito:
Gosto de ter você e, vivendo plenamente
Seus delirios de prazer
Deleito em gozos... 
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009