domingo, 16 de maio de 2010
CIBERDISCURSO: UMA PERSPECTIVA DE LINGUAGEM
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5/16/2010 09:49:00 AM
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
"POLICIA, QUEM PRECISA DE POLÍCIA"
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5/14/2010 11:18:00 PM
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AFORISMO DO BARRETO
Quando a noite vai embora novo amanhecer anuncia a vida em suas loucuras... Viver cada manhã é estar pronto para o aborrecimento e o amor.
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5/14/2010 08:07:00 PM
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
AFORISMA DO BARRETO
O mais imperfeito que pode existir no ser humano, é ser humano!
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5/06/2010 08:55:00 PM
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PRA QUÊ TER RAZÃO
Se já é manhã e a solidão
Congela a alma
Como frio vento que,
Soprando da cordilheira
Judia da planície...
Chorar não é possível,
Frieza da solidão
É tão irresistível que
A dor do coração,
Sucumbe a caminho do chão,
A lágrima congela.
Para quê existe a razão?
Ficar com ela é se perder
Na dor e na solidão
Em meio à felicidade
Que a insanidade poderia ter.
06 de maio de 2010.
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5/06/2010 08:11:00 AM
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sexta-feira, 30 de abril de 2010
O VAGABUNDANTE
Os dias quentes de outono causam-lhe fadigas imensas e corpo pede clemência tamanho desejo... vagando pelas ruas entre multidões sente na alma clamor efervescente diante de corpos esculturais que ao calor do sol despem-se a cada olhar.
Em sua vagabundância os pensamentos voam e sem limites imagina: Quão lindas és tu, oh desfilas... Ufá! São devaneios de uma vagabundante?!
Tomba o dia e a noite prostrando-se mansamente traz consigo a brisa que, envolvendo o corpo em manto de frescor... deixa o coração em latência maior. Daí querendo alguém para traçar energias corporais debruça e sufoca-se em prantos.
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4/30/2010 05:34:00 PM
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
UMA ESCOLA EM REDE: CONSTRUINDO EDUCAÇÃO E INTELIGÊNCIA COLETIVAS
Este ensaio pretende anunciar a nova discussão que se inicia sobre as escola que, caracteristicamente está no basilada nos principios de analógico, enquanto a ação de produzir, socializar e aprender dos estudantes esta além, isto é, os estudantes atuam na perspectiva digital oferecida pelo ciberespaço.
Para todos os lados que se olhar, depara-se com mensagens midiáticas que revelam uma sociedade da escrita e, como tal, constitui-se num ecossistema de informação ao qual todos são submetidos.
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4/29/2010 08:35:00 AM
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
Padecência...
Ao teu olhar me derreto
e aos seus jugos submento
e nego as vontades...
Solitário,vivo as contradições
que me tomam o peito
sem piedade e...
Na querência de você
Nem vejo quanto
doi o meu padecer...
Daí, simplesmente entrego
As ocorrências da vida
em solidão comum; desejo a ti.
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4/28/2010 01:18:00 PM
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
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4/22/2010 03:38:00 PM
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
CIBERDISCURSO: UMA PERSPECTIVA DE LINGUAGEM
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4/19/2010 10:17:00 PM
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
LAN HOUSE: DO UNIVERSO PARALELO AO ACESSO À CULTURA DIGITAL
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4/16/2010 04:17:00 PM
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domingo, 11 de abril de 2010
"SORDADE MATADEIRA"
A Saudade é abstrata?
Deveria ser,
Mas quando invade a alma
Parece tão real
Que faz o coração sofrer
A Saudade dói tanto
Que parece ser letal
E não há coração que
Segure tão grande mal
Sem sangrar o coração
A Saudade é real
E não que fuja dela
Porque não importa
Do que se sente falta,
Simplesmente a Saudade dói
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4/11/2010 08:38:00 PM
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terça-feira, 6 de abril de 2010
INESPERADAMENTE
Se me vir caminhar a esmo
Tome meu braço,
E no seu abraço me guie.
Se me vir a ficar bobo,
Dizendo que te quero
Tome minha boca
E no seu beijo me sufoque.
Se por isso me vir a ficar louco
Tome para si um pouco
E me ame como se tivesse
Num mundo novo.
Se eu não resistir e vir a morrer
Tome em suas mãos o meu corpo
E me mate de ti
Para viver o que vier de novo.
06 de março de 2010, 13h50
Robério Pereira Barreto
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4/06/2010 01:55:00 PM
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
NO SILÊNCIO HA QUERER
No silêncio de minha dor
Sinto o peito queimando
Em demasiado fervor.
Assim posso viver esse clamor:
Quero poder ter você e seu riso
Na minha presença como o calor
Da chama que silenciosamente
Queima e me doi o peito.
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4/05/2010 08:57:00 PM
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LULA: "O CARA" É MESMO "BAGRE ENSABOADO"
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4/05/2010 12:02:00 AM
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segunda-feira, 29 de março de 2010
AFORISMO DO BARRETO
Descobrir a si mesmo
é desnudar-se diante
de sua própria plateia crítica
que, por dever moral,
deve ser muitíssima severa.
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3/29/2010 02:47:00 PM
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domingo, 28 de março de 2010
SEPARAÇÃO
DISTANTE MEIA LUA
O sol em sono esplêndido
E acordo pensando em você
Que a meia lua distante
Aumenta meu querer.
Agitado sonho te perder
Mas a meia lua distante
Não sei como proceder.
A meia lua distante
Sempre estou sem você
Essa distancia insana
Nos separa para valer.
28/03/2010 3h27min
Robério
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3/28/2010 03:31:00 AM
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sábado, 27 de março de 2010
AFORISMO DO BARRETO
A melhor coisa de ser humano é vivênciar
as nossas próprias mediocridades
sem mutilarmos a nossa alma.
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3/27/2010 09:20:00 PM
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MORTE DO SOL
Amanheceu e sol foi sacrificado O dia está embrulhado em cinzento E gélido manto... Em igual mantilha também o foi Envolta a alegria que, fugindo aos poucos Daqui fez a alma perder a luz... Mas, longe daqui há um sorriso, Voz, corpo, e boca que animam E fazem crer que a chama da vida Deve reascender num simples riso, Que tira descobre e liberta o dia e a alma Do coberto insolete da cinzas do tempo. 27 de março de 2010, 12h35min.
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3/27/2010 12:36:00 PM
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sexta-feira, 26 de março de 2010
REDES SOCIAIS NA WEB: LOCUS DE PRODUÇÃO DE LINGUAGEM E INTERAÇÃO VERBAL
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3/26/2010 09:57:00 AM
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AFORISMA DO BARRETO
Não acredite nos homens nem em suas promessas;
ambas são apenas vãs e voluvéis filosofias.
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3/26/2010 09:33:00 AM
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quarta-feira, 24 de março de 2010
DESLUMBRE...
DESPERTAR... Estava eu moribundo a ver tudo cinza Eis, pois que na minha frente surges A imagem inspiradora para o pecar, Então, não me contive e pequei; Simplesmente te quis. Esse querer é só meu E não divido com ninguém A não ser com você a noite Que, pedido silentemente Diz deleta-me imediatamente... Impossível, não tem mais jeito Esta gravada como a tatuagem Feita no medo e dor cravada no peito.
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3/24/2010 12:42:00 AM
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segunda-feira, 22 de março de 2010
OH SOLIDÃO, TE DEDICO!
A vida a quem dedico esta solidão
Tem corpo e boca belos
E cada vez que a ela me dedico
Sinto no peito um grande flagelo;
Desejo e todo instante...
Aquela a quem me dedico
Não está no altar nem é santa,
Mas cultuo e a carrego no meu
Corpo, mente e coração onde
Estão luxurias e alegrias...
22 de março de 2009. 20h20min.
Robério
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3/22/2010 09:01:00 PM
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Linguistica textual
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3/22/2010 07:31:00 PM
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domingo, 21 de março de 2010
DESENHANDO-TE
À mão que escorre entre os dedos a tinta
que desenha mesmo que desfigurando a imagem
é a mesma que lhe acaricia a face desenjando-te
a amor: sou pura e louca luxuria
a desenha na mente seu corpo e bocas
belamente desenhados pelo meu desejo.
Robério
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3/21/2010 12:31:00 PM
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sexta-feira, 19 de março de 2010
CHOQUE DE IMAGINAÇÃO
Envolvida no labor rotineiro de sua casa, no qual o corpo suado demonstra o quanto era sentenciado, por ter pensamentos que, em liberdade inconteste, viajava a desejar mundos ainda não vividos.
Ouve-se o barulho da campanhia. Blim blom, blim blom...
Espantada pergunta a si mesma:
- Quem será? O que houve?
- Espera um pouco!
Olha-se no espelho e arruma os cabelos falando consigo mesma: a essa hora não deve ser ninguém importante, será mais um vendedor porta a porta ou...
Pasma-se ao olhar pelo olho mágico e ver do outro lado.
- E agora, o que faço...
- não vou abrir... deixa tocar vai desistir.
Por um minuto mil coisas lhes vêm a cabeça.
- Essa é minha oportunidade de tê-lo na minha casa...
- Como vai reagir ao me ver assim, toda descabelada, suada...
Blim blom, blim blom, blim, blom
Num misto de euforia e surpresa abre o portão.
- Nossa, você?! Entra.
O silêncio dos amantes toma conta do ambiente. Ambos se admiram e numa lance de frenesi bocas e corpos se encontram em êxtase e...
Os desejos que até então confinados em suas mentes permaneciam, são liberados com a euforia de prisioneiros que recebem indulto para a liberdade.
Sem receio fazem-se amantes por intensos instantes.
Saciados, olharam-se displicentemente e se despendiram num silêncio que dizia: Aguarde! Que sabe um dia outra vez...
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3/19/2010 12:58:00 PM
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quarta-feira, 17 de março de 2010
SONHO IMPOSSÍVEL
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3/17/2010 03:00:00 PM
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sexta-feira, 12 de março de 2010
AFORISMO DO BARRETO
A paixão é inimiga da alma
E carrasca do coração,
a ponto de dissolvê-lo
e esparramá-lo pela face
através dos olhos.
12/03/2010
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3/12/2010 11:28:00 PM
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AFORISMO DO BARRETO
Discutir consigo mesmo
é maltra-se com convadia,
porque o silêncio sempre
tortura em sua completa razão.
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3/12/2010 10:05:00 PM
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A CERTEZA DA MORTE É GARANTIA DA LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA
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3/12/2010 12:34:00 PM
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quarta-feira, 10 de março de 2010
AFORISMAS DO BARRETO
Prefiro a felicidade
À dureza solitária da razão.
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3/10/2010 06:39:00 PM
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A VARIAÇÃO LINGUISTICA TAMBÉM HÁ NA MÚSICA II
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3/10/2010 12:04:00 PM
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A VARIAÇÃO LINGUISTICA ESTÁ TAMBÉM NA MÚSICA
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3/10/2010 11:59:00 AM
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segunda-feira, 8 de março de 2010
RESUMO DE PALESTRAR FEITA NO SEMINÁRIO INTERDICIPLINAR DE PESQUISA E ESTÁGIO - UNEB - CAMPUS XVI
TECNOLOGIAS INTELECTUAIS E LINGUAGENS NA CULTURA DO NOVO CAPITALISMO☻
Robério Pereira Barreto*
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3/08/2010 10:20:00 PM
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domingo, 7 de março de 2010
ÀS MULHERES
Traz em ti algo soberbo, divino
A beleza que carrega
Suplanta nossas tristezas
E nos faz sempre meninos
Que, a qualquer tropeço
Corremos a seus meigos braços
E os tomamos como nosso berço.
Só vocês, Mulheres são capazes
De nos fazer entender
Que a vida, o mundo e nós mesmos
Sem as suas antinomias,
Tudo uma desgraça seria.
Obrigado!
07/03/2010
Robério Barreto
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3/07/2010 09:52:00 PM
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quinta-feira, 4 de março de 2010
LABAREDAS...
Seu cheiro embriagando o quarto,
onde ebrio do odor saliente
deixado pelo devasso amor
desmaiva em profundo torpor.
Hipnotizado sonhava que
a se entregar em lascivia
aos caprichos e fremindo
às mãos forte em malicia
entregar seu corpo em brasa
às lampejantes labaredas
do amor a dois...
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3/04/2010 11:24:00 PM
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
CACOS
Sobre os cacos
Que restou de mim,
Andas com a exação
De quem que castigar.
Mascrado e sem defesa,
sobram cicatrizes ao coração
que, pulsando resisti...
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2/28/2010 07:00:00 PM
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
RESTOS DE MIM EM VÓS
Sou à sombra de sua alma!
Por isso, estou à flor da pele daquele que um dia aqui existiu., e vi quanto o homem é um ser vil.
Vejam, vejam, vejam! No ar estão espalhados restos de minha vida.
Vida que um dia achei que fosse minha com formosura e alegria. Não era!
Olhem..., olhem e sintam que em cada um de vocês há um pouco de mim!
E sintam quanto o homem é um ser vil!
Por isso e com medo estou no olhar triste de quem vai amar sem ser amado, no riso amarelo de passividade na transa sem preliminares que dá a certeza de que não vai gozar!
Na alma que fica deprimida na abstinência de...,
Na dor de quem vai ser esquecido antes do sol se pôr.
Agora, quem sou?! Não sei, não sei... Apenas sei que sou restos de mim diluídos em tudo que existe por aí, inclusive em você;
Há um pedaço de mim naquele mendigo caído na praça defronte da Igreja sem poder adentrá-la para seus pecados confessar;
Na criança cuja inocência é poesia sem palavras em meio à confusão da vida;
Na Jovem prostituta parada na esquina que se escondendo atrás de uma espessa maquilagem e que ajuda negar sua idade o que anima os maus intencionados;
No bêbado cuja sabedoria supera as vãs filosofias da academia judaico-cristã;
No ladrão que maquina sua ação sem piedade ou emoção;
No policial que faz cara de mal para achincalhar legal;
No político que pousa de honesto para as câmeras, mas seu pensamento é roubar quando chegar à Câmara;
No coveiro cujo desprezo pela vida a ver descrente e, vive com a morte ver no defunto seu infame futuro: larva, lama, pó e infinito.
O que será de mim se o futuro vir a existir? Nada... naaada!
Oh, como dói minha existência. Que existencia?
Há, há, há...
Será que ainda existo ou existirei?!
Isso não importa! Porta, portão, infernal portal...
Porque sou a parte mais escondida de cada um de vós a viver na jaula de ferro de suas existências.
Não me deixes vir à tona porque os fareis seres infernais!
Mostrando suas contradições interiores: raiva, amor, alegria, tristeza e dor
Porque daí me reconstituirá e será em vós. Restos de mim!
Robério Pereira Barreto
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2/25/2010 05:32:00 PM
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
ENTRE OS MUROS DA ESCOLA”: MUNDO DE IDIOSSINCRASIAS E LINGUAGENS CONFUSAS
ATIVIDADE DE ESCRITA:
O filme Entre os muros da escola, de Cantet (2008) traz como temática central os conflitos entre pensamento de ensinar de um professor, e as expectativas de aprender dos estudantes. Dessa maneira, discorra sobre as idiossincrasias nas formas de dizer e fazer escrita sob a ótica do professor e do aluno. Para isso tome como referência o texto que segue abaixo:
O longa metragem Entre os muros da escola é baseado em livro homônimo de François Bégaudeau (que interpreta a si próprio no longa), o filme relata as experiências de um professor de língua fracesa que usa a literatura como possibilidade para a aquisição da escrita e do bem dizer, em uma escola da periferia de Paris.
O diretor Laurent Cantet aproxima a câmera em constante movimentos da fisionomias dos atores, como que, querendo afirma que as relações entre os indivíduos ali eram marcadas pelo lugar de mistura étnicossocial, um microcosmo da França contemporânea, no qual há minorias estrangeiras, sobretudo, africanos advindos das antigas colônias francesas que, de certa maneira, não se reconhecem dentro de um sistema educacional pautada nas expectativas do mercado profissionalizante dos colonizadores.
Na narrativa, bem se articula o pensamento de que entre o que pensa e faz a escola e o pensam e querem os estudantes com suas ideias, perspectivas e problemas de várias ordens; sejam elas: sociais, econômicas e comportamentais há uma distancia abissal.
Há uma diferença cultural e social que gera incompreensão e atrito entre ambas as partes, retrato do que seria a França contemporânea. Os muros da escola são metonimicamente reveladores de uma divisão e uma impenetrabilidade entre dois lados. Há também outros muros invisíveis que estão sugeridos no filme. Por exemplo, o conflitos ocorridos na periferia de Paris nos últimos anos, em virtude de a polícia ter assassinado um jovem negro. Do lado de dentro do muro está François Marin, um professor de francês. Do outro, está um grupo de alunos entre 13 e 15 anos composto por negros africanos, asiáticos latino-americanos e franceses.
Nesse contexto, François pode ser visto em um primeiro momento, como um educador bem intencionado que, vislumbrando o crescimento intelectual e pessoal dos estudantes, imprimindo o rigor característico de uma escola rígida e disciplinador, mas também como uma espécie de colonizador.
Nessa esteira, se se quer empreender uma compreensão etimológica de seu sobrenome Marin, que pode ser traduzido ao português como marinheiro, este, por sua vez sugere desbravador dos mares e de novas terras. Por isso, sua luta em fazer com que seus alunos incorporem o idioma francês pode ser explicada como uma espécie de "processo civilizatório" imposto a esses alunos de diferentes etnias.
No estrado da sala de aula, lócus de interlocução e entendimento entre professor e estudantes, pode-se afirma que a linguagem é o grande campo de batalha onde é travado esse conflito cultural. O filme se sustenta basicamente apenas com longos diálogos, e muitos deles trazem a dinâmica do que seria de fato uma sala de aula, onde o improviso de ambas as partes predomina.
Conforme é dito pelo próprio diretor que, a inexistência de um roteiro em mãos, os jovens puderam criar seus próprios diálogos, o que dá a sensação de que a realidade daqueles garotos invadia a ficção de "Entre Muros". A invasão da realidade no filme também ocorre por meio dos nomes dos personagens, que é a mesma dos jovens na vida real. Porém, duas exceções merecem menção. Khoumba, vivida por Rachel Régulier, é uma aluna chamada de insolente por se recusar a atender uma ordem do professor. Souleymane, interpretado por Franck Keïta, é o garoto problemático que se indispõe com o professor e seus colegas.
São os dois personagens "rebeldes" e principais questionadores da autoridade de François. Apresentá-los como personagens fictícios parecem querer desvinculá-los do mundo real. Entretanto, eles se apresentam em todas as escolas, inclusive do Brasil.
É como se a visão deste filme francês fosse apenas capaz de ver o "verdadeiro" outro como o "bom selvagem", aquele personagem de outra etnia que se esforça a assimilar a cultura francesa. Talvez por isso, os professores lamentem a possibilidade de deportação do chinês Wei, um aluno dedicado no estudo do francês e bom moço, mas se reúnam para discutir a expulsão de Souleymane, um personagem que vemos falar outro idioma.
O filme reforça uma visão colonizadora a partir do ponto de vista de alguém que se toma, mesmo que inconscientemente, como a "civilização". Assim, o outro se torna o retrato da rebeldia que deve ser conquistado através da assimilação da cultura da "civilização".
Para o público brasileiro, a imagem de alunos que questionam a autoridade do professor e até mesmo são agressivos, possibilita outra discussão. Discussão saudosista de que os estudantes de hoje são menos respeitosos do que os de gerações passadas. “Na minha época o aluno tinha respeito ao professor”.Trata-se de um retrato que talvez não seja diferente do que vemos em escolas brasileiras, em que é comum o relato de desrespeito ao mestre e o inverso também é verdadeiro. Na realidade, infere-se que “entre os muros da escola” exista uma relação de disputa de poder onde os conflitos, as idiossincrasias de cada indivíduo, sejam colocados às claras e, com isso, os mundos se conflitam de maneira a colocar a realidade de relações pessoais bem definidas. “Manda quem pode e obedece quem tem juízo!”.
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2/24/2010 09:36:00 PM
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Na ausência de mim mesmo
E dialogando com meus demônios
Descobri quão infinito é viver a esmo
A procura de sonhos.
O solitudo traz em ti a beleza
De quem mesmo na ausência
É constante presença, Paixão!
O solitudo, sola beatitudo!
15 de fevereiro de 2010
Robério Pereira Barreto
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2/15/2010 08:53:00 PM
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
ENCANTAMENTO
Encantei-me pelo seu singelo ser
E a luz que, involuntárias nascem de ti...
Seduzi-me aos seus acalantos sutis
Que ao sorrir me apaixonava
E, sinto a sutileza do seu olhar
Pensava em silencioso encanto:
Quão linda é a paixão e amor juvenis.
Boquiaberto o coração inflama e diz:
O encontro, encanto e acalanto
De seus meigos braços fazem-no
Ser o tão feliz!
Robério Barreto
08/02/10
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poetadasolidão
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2/08/2010 05:25:00 PM
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SONO DO AMOR
Em silencio depois do amor,
Foge a alma dos corpos
E rumo ao infinito voa...
Entregues ao esplendor
Da interminável e letárgica
Sonolência...
07/02/2010
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poetadasolidão
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2/08/2010 08:24:00 AM
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
A VIDA É...
JOGO
Em seu corpo há perdição
E o coração sem razão,
Joga-se em constante
Busca de te amar em fogo.
Na senda do prazer
Você acende meu querer
Ao macio toque na sua pele.
Dos olhos brilhantes
Escorrem cachoeiras,
E o desejo de te querer
Salta às alucinantes
Que sem pudor lhe assalta.
31 de janeiro de 2010.
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poetadasolidão
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2/01/2010 07:17:00 PM
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
PARA SE VIVER É
CONTRARIANDO...
Quando choram os olhos
É porque a alma sente dor
E a alma neste estado
É ruim ao amor.
Se lágrimas banham a face
É como se dissesse:
Ó coração, és enternecido sofredor!
Amam-se de verdade aqueles que
Não permita aos olhos venerados
O desamor de viver a dúvida
E menos ainda, prontos de horror.
Contrarie estampando ao Mundo
Sorrisos alegre e sedutor;
Ser amado sente-se em esplendor.
29 de dezembro de 2009, 22h05min
Robério Barreto.
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12/30/2009 06:24:00 PM
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domingo, 27 de dezembro de 2009
FRENÉTICO AÇOITE
Na alcova ao lado
Convulsos fremidos de amor
Denunciam toda luta de corpos
Em movimentos em majestosa dor.
Na minha (...) há um querer alado
E o desejo em tê-la amado,
Ergue a plano elevado a imagem
De ti em afoita vadiagem.
Pernas, bustos, bocas fremem
Enquanto corações fustigados
Diante de tão efêmera paixão geme e;
Na obscuridade da noite,
Olhos declam poeticidade
Declarando o prazer à eterna
Longevidade do querer-te no acoite; Gozo!
27 de dezembro de 2009. 20h21min.
Robério Barreto
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12/27/2009 08:53:00 PM
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sábado, 26 de dezembro de 2009
ONDAS E SAUDADES...
As ondas banham a praia
Lentamente em maré baixa,
E, igual às lágrimas
Silenciosamente irrigam
As raízes de minha alma;
Que se afogando nessa maré
Traz consigo as vontades de
Estar contigo e sem ressalvas te querer.
26 de dezembro de 2009, 20h58min.
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poetadasolidão
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12/26/2009 09:15:00 PM
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
COP15: O ENCONTRO DE FARSAS
Nunca se viu tanta exibição pública de discursos demagógicos e falsas contendas sobre um tema mais do que óbvio; a temperatura do planeta está aumentando e isso não há que duvide. Por outro lado, se tem os desejos de crescimento econômico e de superação dos limites das bolsas de valores. No caso de Brasil, China e outros que a custa da miserabilidade e exploração humanas de muitos cidadãos, vai-se cada vez mais se construindo uma farsa sobre níveis de poluentes. Aqui no Brasil nosso discurso está centrado no desmatamento ilegal da floresta Amazônica, todavia não se tem visto projetos nem programas governamentais sérios a respeito da caatinga e do cerrado. Este último agoniza sob os grilhões das correntes acopladas aos tratores que o violentam sem piedade, para em seguida serem semeados de sementes de capim, soja, algodão e outros comodities agrícolas. No que se refere à caatinga pouca coisa se ouve falar. Afinal, no sertão não há muito que investir; chove pouco e o retorno seria ínfimo. Então, mata e queima-se a caatinga nos fornos das indústrias, estas sim, com sua fome monstruosa, precisa ser alimentada com carvão e energia elétrica que, por acaso advém de usinas hidroelétricas e nucleares.
Interessante em toda discussão na Cop15 é que tivemos delegações das nações mundiais que, eram meramente figurativas, veja o exemplo da delegação brasileira a qual viveu todo evento em discordância; lembre-se, pois as gafes de Ministra da Casa Civil e Ministro do Meio Ambiente, (que saudades da firmeza de Marina Silva) sem contar que o presidente em sua forma peculiar de se fazer o centro das atenções, se autorizando em nome não se sabe de quem e porque está disposto a aumentar as metas de reduções. Ele esquece o que pensa os plantadores de soja, os mineradores e os industriais que cada projeto amplia seus lucros sem se importar diretamente com questões ambientais.
Diante dessas evidências, não é difícil perceber que mais uma vez fomos enganados e levados a pagar as contas das vontades e do poder do capitalismo verde, amarelo, vermelho e branco, ou seja, cada um da América à África terá que desembolso dinheiro para pagar uma conta que ainda não foi calculada, mas se reconhece como enorme. Por fim, a Cop15 não passou de uma farsa em nome da defesa do planeta. Ate porque não se decidiu absolutamente nada! Ficou na promessa! Nada e coisa nenhuma!
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12/21/2009 03:07:00 PM
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domingo, 20 de dezembro de 2009
CARTA AO LEITOR: O DONO DESSE ESPAÇO
Senhores leitores,
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12/20/2009 11:16:00 PM
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
DELEITES
Amanheci com vontade de tê-la nos meus braços
Para amá-la até a exaustão
Tendo meu corpo debraçando sobre o seu
Dizer em brados e em suspiro-te ao infinito:
Gosto de ter você e, vivendo plenamente
Seus delirios de prazer
Deleito em gozos...
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12/11/2009 08:44:00 PM
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
É ASSIM QUE VIMOS A EDUCAÇÃO CONTEMPORANEA
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12/10/2009 11:10:00 PM
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O PORTUGUÊS DAS MÍDIAS DE RUAS
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11/30/2009 11:58:00 PM
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AQUISIÇÃO DE LEGISSIGNOS CULTURAIS
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11/30/2009 11:17:00 PM
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
O PAPEL PEDAGÓGICO DAS REDES SOCIAS NA ESCOLA CONTEMPORANEA.
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11/24/2009 12:33:00 AM
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
ASSIM QUE NOS VIMOS NO COTIDIANO
EU, REFLUXO DE MIM Estou na cidade e ando pelas ruas Entre carros, gentes passantes, Luzes, cores e sons esvoaçantes Mas não me sinto aqui; Ninguém sabe ou se importa com O meu existir. Entre caneletas esgotos correm Como rios desviando de carros Apressados que me banham Do fétido suco humano liberado Das casas lindas e infames. Grita com todo meu pulmão, Mas não me ouve o cidadão Que, protegido pelo terno cinza Nem olhar para mim se anima. Na clara escuridão da vida Sou mais uma luz que não mais cintila: Sou refluxo de mim! Robério Pereira Barreto
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11/17/2009 03:19:00 PM
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domingo, 15 de novembro de 2009
DISCURSIVIDADE E NOMADISMO NA WEB
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11/15/2009 11:35:00 PM
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domingo, 8 de novembro de 2009
EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS INTELECTUAIS: NOVO CONTRATO SOCIAL
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11/08/2009 11:30:00 PM
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
CIBERDISCURSO: UMA PERSPECTIVA DE LINGUAGEM
Pretende-se neste subtópico apresentar algumas questões relativas às linguagens do ciberdiscurso ancoradas pelas tecnologias da informação e comunicação – TICs – na perspectiva de que elas têm na internet uma ferramenta de divulgação e, portanto, são permeadas de elementos e sentidos e significação de linguagem. Assim sendo, reconhece-se que Uma das áreas que mais tem avançado e se difundido em praticamente todas as classes sociais, é a internet. E, juntamente com esse desenvolvimento, cresce a preocupação de pais e professores com a linguagem que se praticam nesse ciberespaço. Essa linguagem tem até vários conceitos, ciberdiscurso (Barreto; Baldinotti, 2005) internetês (Araújo, 2004, Bisognin 2009). A internet tem proporcionado um espaço no qual os internautas exploram suas capacidades cognitivas, comunicacionais e a criatividade linguística de maneira a caracterizá-los como seres humanos facultados de ação de linguagem. Isso sem dúvida tem levado à interação social dos mesmos, se tornando cada vez mais rica em virtude das práticas socioculturais que levam à subversão da ordem instituída pela linguagem canônica da escola, visto que essa reconhece apenas a escrita como tecnologia estática empregada ao suporte do papel. Para Bisognin (2009) o suporte tecnológico da internet tem facilitado o uso variado da linguagem na web, inclusive no chat, Orkut, weblog, Msn, etc. de modo tal que os apologetas da variante canônica da língua chegam a considerar a linguagem da web como um empobrecimento. Por outro lado, reconhece na linguagem do ciberdiscurso e ou internetês uma forma de enriquecimento do idioma, visto que nesse particular exerce-se a liberdade e a democracia linguisticas. Para compreender o que acontece com a linguagem quando cibernauta se comunica por meio, por exemplo, do msn – que é um programa de bate-papo que permite conversas instantâneas – temos de considera-se a internet como um meio muito rápido de comunicação. Assim, isto revela que o texto usado no msn é muito próximo da língua falada e, portanto, tem sua pertinência enquanto linguagem no suporte tecnológico que veicula e não há motivos para alarmes. Sabe-se ainda que essas modificações levem à alteração dos sentidos da mensagem, uma vez que a linguagem passa a ter outro significado. Este de acordo com Coseriu (1979b) é o conteúdo de um signo lingüístico em sentido estrito, é a configuração das possibilidades de designação. No que se refere aos sentidos articulados nas mensagens postadas e trocada na web pelos cibernautas, os sentidos passam a assumir destaque quando seu conteúdo especialmente é postos no próprio texto, isto é só existe sentido no plano do texto, no ato da fala de um falante numa determinada situação, e não no falar em geral ou nas línguas. Coseriu (1979b) Assim, tomando a produção de linguagem escrita no internet como ato comunicativo que se aproxima da fala, tem-se, na verdade, uma produção de significado e sentido efetivados por meio de uma variante de linguagem além da ideia canônica de escrita. Ao se utilizarem programas como o msn, a comunicação ocorre através de um meio escrito, no entanto o texto é oral. Sendo a internet um meio que exige agilidade e rapidez, a escrita por meio de abreviaturas faz com que a comunicação seja mais rápida, simulando assim a mesma rapidez da fala. Então pais, professores que ainda não foram articulados sobre a produção de linguagem por meio das farramentas da internet – chat, orkut, weblog, msn, etc acalmem-se. Essa forma de escrita já faz parte do cotidiano virtual de todos nós e não tem mais como ignorá-la, tampouco impedi-la. A língua à maneira de Saussure é um sistema vivo e, portanto, adequa-se às situações de comunicação. Isso não significa dizer que agora "pode-se escrever de qualquer forma na web.". As abreviações são permitidas no msn, no orkut, nos e-mails informais, nos chats (e até nesses textos existem regras! Caso contrário, nem mesmo os internautas se entenderiam), não cabe usá-las em outros gêneros textuais. O ciberdiscurso ou internetês não prejudica o bom português, porque os comunicantes dessa modalidade sabem que se trata de uma linguagem de uso específico no ambiente virtual. Por outro lado, sabem que o acesso livros, jornais e revistas da web compõem seus espaços de leitura. A nós professores, cabe o papel de ampliar a capacidade de recepção e produção textual dos alunos, priorizando a formação de escritores e leitores competentes, que saibam usar a língua nas diversas situações de interação.
tecnologia tem crescido tão rapidamente que se torna difícil designar, classificar e ou acompanhar suas variações técnicas e, sobretudo, pontuar qual a linguagem que será a ela anexada pelos usuários, sobremaneira aqueles que se vinculam à internet. A cada dia, novos equipamentos surgem no mercado e, em pouco tempo, o que era de última geração passa a ser obsoleto, em nome do conforto e da rapidez.
Destaca-se que, nesse caso, há uma economia na escrita das palavras, isto é faz-se corruptelas de algumas letras para evidenciar a emergência da escrita e com isso novos significados são atribuídas às conversações. Lembra-se, pois, que isso não é novo, visto que há muito tempo se praticava a corrupção e ou codificação do texto nos telegramas, sendo tal economia articulada na perspectiva de sintetizar a mensagem e assim diminuir o preço do serviço.
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11/05/2009 12:20:00 AM
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