O QUE FAZEM OS POETAS TÃO HABÉIS COM OS SENTIMENTOS
Robério
Este blog nasce com objetivo de publicizar informações e comentários sobre arte, poesia e linguagens midiáticas relevantes na compreensão da vida na sociedade contemporânea.
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11/06/2007 10:03:00 AM
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11/05/2007 11:40:00 PM
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11/05/2007 11:33:00 PM
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Este ensaio pretende colocar na ordem do dia, a questão da preservação das memórias socioculturais de velhos, nos grupo de tradição oral, especialmente, nas comunidades sertanejas onde a cultura e os saberes são eminentemente transmitidos oralmente pelos mais velhos. Assumimos esta preocupação desde o momento em que percebemos que, alguns saberes veiculados na sociedade irecense têm suas fontes de transmissão à fala de anciãos que, por décadas, foram experienciando e armazenando na memória informações e fatos religiosos, políticos e históricos. Todavia, agora, estão em risco devido eles não terem sido escolarizados o suficiente para registrar seus conhecimentos para a posteridade por meio de algum instrumento de fixação do saber.
Assim sendo, inferimos que a cultura local a cada dia perde suas bibliotecas humanas, isto é, à medida que um velho morre, com ele, são enterrados saberes importantes à compreensão e reconstrução das identidades locais. Então estes saberes mitológicos e empíricos por eles [velho] armazenados ficam relegados ao segundo plano e, portanto, morrerão a cada dia um pouquinho. De acordo com Pierre Lévy, os saberes práticos constituintes destas memórias fazem parte da comunidade viva. Por isso, se tornam virtuais, conforme deslocam seus agentes nos espaços sociais, isto configura nesta região algo que incomoda, porém é um fato: somos uma sociedade de tradição oral, cujas características medievais mantidas nos causos e tradições religiosas levam a crer que a escrita, aqui, está restrita aos registros oficiais.
Para Lévy (2000), nestas comunidades onde a escrita ainda não foi usada em sua plenitude, certamente, não será por que os jovens, hoje, procuram saberes e informações nos ciberespaços. Então, “o carregador direto do saber não será mais a comunidade física e sua memória carnal, mas sim o ciberespaço, a região dos mundos virtuais pelo intermédio dos quais as comunidades descobrem e constroem seus objetos e se conhecem como coletivos inteligentes.”
Assim sendo, torna-se imprescindível que as memórias e os saberes dos velhos sejam valorizados e registrados em memórias, sejam virtuais ou fixas para que as novas gerações as tenham como referência de seu passado. Há de ressaltar aqui, algumas iniciativas: na academia temos os estudos de Éclea Bosi nos quais são registradas as experiências e culturas dos caipiras do interior de São Paulo no seu clássico Memória e sociedade (1994) e, no lócus regional temos o ainda não canônico, mas igualmente importante livro Irecê, a saga dos migrantes (2004) de Jackson Rubens no qual, o autor registra por meio dos princípios de ficção-histórica os relatos dos velhos migrantes que colonizaram a região de irecê nas primeiras décadas do século passado.
Conforme metaforiza Lèvy (2000), a morte de um velho representa a destruição de uma biblioteca virtual pelo fogo da ignorância, visto que a este ser não foi oportunizado a transmissão e o registro e aproveitamento de seus conhecimentos pela comunidade. Até porque esta comunidade é, per si, fundada no princípio da oralidade. Assim sendo, caberá as escola e a universidade promover os registros desses conhecimentos em seus bancos de dados.
É com esse objetivo que estamos trabalhando no projeto: O vídeo: uma construção estética do conhecimento, (Walnice Paiva, Robério Barreto e colegas do câmpus XVI) na perspectiva de garantir, mesmo que no espaço cibernético publicizar e valorizar os saberes dos velhos, evitando assim, que estas enciclopédias de saberes populares se percam no pós-mortem.
Além disso, estes procedimentos permitiram consultas e reconstrução das identidades e discursos proferidos em momentos específicos em que a comunidade promovia e vivencia sua tradições e culturas.
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11/04/2007 11:45:00 AM
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Muito se tem falado nos meios acadêmicos sobre os processos de leitura. Todavia, estes estudos se voltam para a questão canônica do ler relativos aos clássicos textos de literatura e da cultura universal.
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10/31/2007 09:13:00 AM
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10/29/2007 05:57:00 PM
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10/29/2007 05:45:00 PM
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10/24/2007 05:25:00 PM
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10/23/2007 09:39:00 PM
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10/23/2007 08:45:00 AM
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10/20/2007 07:57:00 PM
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10/20/2007 12:04:00 PM
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10/15/2007 03:29:00 PM
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Marcadores: a considero como produção coletiva., Atividade realizada com estudantes do 6º semestre de Pedagogia, câmpus XVI, da Uneb, em seguida retextualizado por Reini Cardoso e Eu. Todavia, sendo
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10/12/2007 11:55:00 PM
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"CORPO"
Pleine Lune disse...
Imponderável é o prazer de fazer amor na rede poética de Robério Pereira Barreto... Irresistível sedução...Penetrar nas entrelinhas do seu discurso proporciona um orgasmo múltiplo...a poesia seduz por traduzir o intraduzível com sensualidade, sensibilidade...o desejo de saborear os versos começa com um toque arrepiante das metáforas do poeta...um mergulho profundo nos enigmáticos olhos das conotações...Beijar sua língua(gem) com sabor de erotismo, temperado com chocolate e pimenta...inigualável...Leves mordidinhas na nuca da métrica mais que perfeita... entre gemidos e suspiros as rimas se encaixam...voluptuosamente... Languidamente descansar sobre o ponto final...tesão insaciável...que começa n’O Corpo e só findanapróxima poesia...napróximapoesianapróximapoesianapróximapoesianapróximapoesia napróximapoesianapróximapoesianapróximapoesia napróximapoesianapróximapoesia...
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10/12/2007 04:13:00 PM
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Na caatinga sombria e pálida num galho seco de angico, o urubu de bico baixo refletindo sobre sua condição de mensageiro dos moribundos diz:
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10/12/2007 03:10:00 PM
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PAIXÃO DA MADRUGADA
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9/22/2007 06:16:00 PM
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CORPO
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9/22/2007 06:08:00 PM
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9/07/2007 05:22:00 PM
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9/04/2007 08:57:00 PM
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9/02/2007 02:42:00 PM
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8/27/2007 11:09:00 PM
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8/26/2007 02:58:00 PM
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8/26/2007 12:31:00 AM
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8/21/2007 10:05:00 AM
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A imagem na sociedade segundo nos apresentou Mikail Bakhtin nos idos de 20, é uma duplicidade da realidade, pois faz dela um (re)apresentação da realidade através do signo, o qual foi definido pelo pensador russo como espelho, o qual reflete e refrata a qualidade do corpo nele projeto. Todo signo é, em maior ou menor medida, uma espécie de imagem especular: o signo não é apenas um corpo físico que habita a realidade, mas também é capaz de refletir essa realidade de que ele é parte e que está fora dele.
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8/21/2007 12:26:00 AM
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8/16/2007 08:25:00 PM
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8/14/2007 09:56:00 PM
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8/12/2007 10:26:00 AM
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8/12/2007 12:33:00 AM
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8/10/2007 09:19:00 PM
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A produção intelectual e cientifica na/da Universidade precisa ser vista como um apêndice da vida cotidiana. Assim sendo, O dicionário oral lingüístico da microrregião de Irecê vem ao encontro da necessidade de se ter um registro das expressões lingüísticas, no qual fiquem anotados os resultados das atividades de pesquisas e ensino e extensão, desenvolvidos por docentes e discentes no âmbito regional, uma vez que a Universidade tem em seu quadro docente e discente uma heterogeneidade de pensamentos e culturas advindas de várias cidades da região de Irecê, podendo realizar por meio de produções escritas, o mapeamento lingüístico e semântico dos discursos proferidos pelas comunidades locais, uma vez que estas diuturnamente recriam novas expressões a partir de vocábulos extraídas das experiências de fala cotidiana, dando-lhes conotações que se ajustam aos seus processos comunicativos, determinando ainda os lócus para seus devidos usos.
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8/08/2007 06:48:00 PM
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8/05/2007 09:47:00 PM
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8/05/2007 09:38:00 PM
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